segunda-feira, 4 de maio de 2015

Capítulo 12- Não se acostume!

O que queremos? Por que aceitamos? O que nos impede? Isso é o suficiente? 
Vídeo de Antônio Abujamra

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Capítulo 11 - Atividades do Recesso

No recesso de Janeiro, tivemos que participar de eventos culturais para aprimorar ideias para levar o teatro para a educação, como uma ferramenta de ensino-aprendizagem efetiva. As atividades que participei foram:

Evento 1: Uma noite no museu 3


                O filme é sequência da história do Museu de História Natural, de Nova York. A drama é envolta dos objetos do Museu que ganham vida durante a noite. Nesse terceiro filme, a vida dos objetos começa a ser interrompida, devido à degradação de uma peça egípcia existente no museu. Para não perder seus novos amigos, o segurança do museu, Larry Daley (Ben Stiller). O cenário do filme é bem trabalhado e é em maior parte dentro do Museu.


Evento 2: O Homem De La Mancha


Musical apresentado no teatro Sesi, dirigido por Miguel Falabela conta a história de Miguel Cervantes, personagem do livro “Dom Quixote”. O interessante da peça é o local onde se passa a história: um manicômio. Miguel Cervantes é um ator, cobrador de impostos que se interna junto com seu criado, o Sancho. Para driblar a triste realidade, ele propõem aos outros internos que transformem seus sonhos em teatro, de forma a suportar o cotidiano. As interpretações dos personagens foi impecável. O cenário e o jogo de luzes, com certeza, foram o diferencial da peça. Além, é claro, das músicas que são fortes e marcantes.






sábado, 18 de abril de 2015

Capítulo 10 - Greve

O mês de março foi marcado pela luta dos professores para melhoria no ensino e melhores condições de trabalho. Os professores estão em greve desde, mais ou menos, o dia 10 de março. Os alunos estão, portanto, sem aulas regulares e não há um retorno do governo do estado em relação à greve. Acredito que os professores devem lutar pelos seus direitos, pois a cada dia, a situação do ensino público é mais alarmante. Em uma turma do período noturno do ensino médio, por exemplo, tinham mais de 50 alunos matriculados. A sala estava com muitos alunos e, consequentemente, existia uma enorme dificuldade da professora em controlar a sala. Além do número de alunos em sala, a escola ainda mantém a estrutura de anos atrás, mesmo com o avanço da tecnologia e diversas novidades para o ensino.
Essa semana, alguns professores retornaram às atividades habituais, pois muitos alunos estavam se transferindo de escola, por conta da greve dos professores. A falta de cooperação entre as escolas pode ter sido um motivo para dificultar o avanço da greve. Se todas escolas públicas entrassem em greve, provavelmente, a mídia se voltaria para a questão da educação. Infelizmente, não foi isso o que aconteceu e os professores voltaram as atividades normais sem que houvesse qualquer mudança. Mas até quando eles suportarão esse quadro?

sábado, 4 de abril de 2015

Capítulo 9 - Ausência de limitações entre arte e ciência

O projeto interdisciplinar propõem uma forma de ensino-aprendizagem diversificada: ensinar ciências através da arte. Infelizmente, a arte é muitas vezes deixada de lado na escola; pois seu valor cultural não é bem conhecido. Essa visão de arte está sendo reconstruída atualmente.
Uma matéria postada recentemente nesse blog: http://awebic.com/cultura/em-125-anos-milhoes-de-pessoas-tem-olhado-para-essa-pintura-ninguem-tinha-percebido-isso-ate-agora/,  abriu minha mente em relação às obras de arte que, para mim, continuam sendo abstratas. A matéria conta a respeito da doença enfrentada pelo artista Van Gogh e sua expressão através da arte, que auxilia a compreender fenômenos de difícil compreensão: como a relatividade e a turbulência.


quarta-feira, 4 de março de 2015

Capítulo 8 - Novo Ciclo

As aulas na escola estadual Coronel Bonifácio retornaram no início do mês de fevereiro. A expectativa dos alunos do PIBID era que, ao menos no início do ano letivo, os alunos fossem mais empolgados às aulas. Porém o cenário encontrado não foi diferente do último dia de aula do ano passado.Esse quadrimestre irei às sextas-feiras para a escola e, nesses dias, a média de alunos continua baixíssima. Numa turma com 50 matriculados, apenas 10 frequentam a escola nesse dia. Não houve, pelo menos não que eu tivesse visto, algum projeto da diretoria para mudar esse quadro. Será que teria como mudar? O que faria com que a escola se aproximasse mais dos alunos?
No intervalo das aulas, na sala dos professores, aconteceu uma discussão entre eles à respeito do número de alunos matriculados. Muitos professores preferem os dias de sexta-feira para lecionar, devido ao silêncio e estarem apenas os alunos mais interessados. Quando estudei no ensino médio, em 2009, a média dos alunos era de, no máximo, 45 alunos. Atualmente, o número varia entre os 50. Um professor consegue controlar a aula com 50 alunos? Um professor consegue ouvir 50 alunos? Um professor conhece 50 alunos? Acho muito difícil. A questão é: quando alguém do sistema educacional vai se atentar para essa lotação na sala de aula? Busquei algum artigo que fizesse uma ponte entre o ensino e a lotação nas salas de aula, entretanto, não encontrei nenhum estudo nesse ramo. Entretanto, encontrei uma reportagem, na qual informa que teria um projeto de lei, que está indo ao senado, para limitar a 35 alunos por classe. Essa matéria é de fevereiro de 2015. O criador do projeto de defende a seguinte ideia:

“Se você tiver uma sala de aula lotada com 40, 50 alunos,
 numa aula de 45 minutos, onde o professor tem que passar 
o conteúdo da sua matéria, tirar as dúvidas e
 conferir lições de casa ou qualquer tarefa, certamente 
uma boa parte dos alunos não vai contar com a atenção do professor” 
Jorginho Maluly, autor da proposta.

   De acordo com a matéria, conforme o aluno se torna mais autônomo, maior o número de alunos por professor, sendo o máximo de 35 alunos para o ensino médio, o que, na minha opinião, ainda são muitos alunos, porém já é um começo. Essa matéria pode ser consultada aqui: http://www.revistapontocom.org.br/materias/projeto-que-limita-numero-de-alunos-em-sala-de-aula-segue-para-o-senado .
    Entretanto, essa questão já havia sido discutida em 2011, quando uma deputada criou um projeto de lei muito parecido com citado acima, limitando cerca de 20 alunos por sala de aula. Infelizmente, esse projeto foi vetado e o principal argumento foi o custo dessa mudança aos cofres públicos. Apesar de ser de 2011 essa tentativa de projeto, acredito que estamos longe de um projeto de lei como esse ser aprovado, já que a educação no país não é o primeiro plano do governo.  A reportagem "Salas Lotadas, Ensino Prejudicado", da Gazeta do Povo, pode ser lida aqui: http://wwww.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/salas-lotadas-ensino-prejudicado-eqfmco24cij49omxq31k46ry






quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Capítulo 7 - Educando com arte



Nesse mês, aproveitamos as férias para buscar formas alternativas de ensino. O teatro Arena, localizado no centro de São Paulo, ofereceu nesse mês uma oficina que combina bastante com nossa proposta de ensino no PIBID: Educando com arte. O objetivo dessa oficina é despertar a sensibilidade e a criatividade para o ensino em sala de aula, utilizando as técnicas teatrais. 
No encontro de ontem, que foi meu primeiro encontro nessa atividade, fizemos dinâmicas e lemos o texto: "Uma visita do Sr. Newton". A leitura foi dividida em um narrador, o narrador na história e o Newton. A ideia da atividade era perceber as vozes, as intonações e a projeção da voz. Esse exercício é importante para o professor que quer e precisa ser ouvido dentro da sala de aula. A princípio, senti um pouco reprimida na atividade, devido ter que ir na frente do palco e emprestar a voz a um personagem, mas conforme os grupos foram se apresentando, o texto fixou e foi muito mais fácil.
Além disso, assistimos trechos de dois filmes: GATTACA e Sociedade dos Poetas Mortos. O primeiro será discutido no próximo encontro e devemos assisti-lo. O segundo, do Robie Willians, é a história de um professor que incentiva e inspira seus alunos a seguirem seus ideais. Acredito que esse é o real papel do professor: inspirar e incentivar seus alunos a buscarem conhecimentos.


Sociedade dos Poetas Mortos (1989)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Capítulo 6 - Inspirações



     Esse mês de dezembro foi bem inspirador, por isso coloquei esse título. Primeiro, tivemos um encontro, promovido pelo PIBID de filosofia, o sócio-drama. Sócio-drama é um método, muitas vezes utilizado em terapias, onde um problema ou uma ação é levantada pelo grupo e dramatizada em cenas, compartilhando experiências para todos os integrantes do grupo. O sócio-drama proposto foi voltado para o cenário escola e mostrou cenas de situações corriqueiras entre a interação aluno-professor é bem frequente.  A seguir, um cartaz do evento:
         
  Esse evento foi importante, pois visualizamos que todos os docentes e futuros docentes vivem situações muito parecidas nas escolas. Com isso, podemos nos preparar e avaliar melhor nossas ações, já sabendo os impactos que teremos no futuro e melhorar nossa formação na docência.
Esse mês, tivemos também a participação de uma artista plástica, Ana Teixeira. As conversas e as reflexões geradas através das artes que ela mostrou foi mais pessoal. Durante algumas obras e alguns projetos apresentados, me questionei sobre o que sou e onde quero chegar, tanto pessoalmente quanto profissionalmente, por isso considerei uma experiência muito rica e que terá muito impacto nos meus projetos no próximo ano letivo.




Ano que vem continuaremos nosso projeto, voltado para jogos teatrais, pois acredito que é uma das melhores formas de contextualizar e criar vínculos com os alunos e os professores. Tentaremos trabalhar com mais salas do que no projeto anterior, pois percebemos que a ideia foi bem aceita pela classe, motivando mais nessa linha de trabalho.